segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As Redes Socias na Educação

Este vídeo é um trecho do Programa um Salto para o Futuro exibido em novembro de 2009 sobre o uso das redes sociaiso na Educação.
Vale apena conferir!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

COMO MÍDIA E CULTURA SE RELACIONAM EM UMA SOCIEDADE COMO A NOSSA?



 *por Adriana Canela

          No século XX a evolução das tecnologias e a inserção da televisão na sociedade reescreveram uma nova trajetória na identidade dos indivíduos. As informações tornaram-se ágeis, fortalecidas e passaram a exercer uma influência na formação cultural do povo. A TV do século XX e a era digital (internet, ipod, celular, modem, Net book, notebook, chip...) do século XXI fazem parte da vida de uma nova geração que já nasceu inserida na cultura de consumo.
          Podemos deduzir que esta nova geração cuja personalidade está moldada aos recursos midiáticos encontra-se carente de afeto? Uma vez que a única relação conhecida nas suas experiências é o consumo?
          A mídia assume a educação dos jovens criando meios e necessidades, formando idéias, assumindo posições de aceitamento ou de rejeição. Um mundo aberto e ao mesmo tempo fechado, individualizado, contraditório. Nossos jovens têm receio de conversar, se estruturar afetivamente para a família (sem perfil definido), mas no mundo da informação participam de comunidades, de tribos ideológicas, assumindo posições e revelando suas idéias e ideais. Os pais que estão excluídos desta formação, para se incluírem precisam incorporar o mundo midiático em suas vidas e começar a conhecer os filhos de uma geração que eles pariram e não conhecem.

Uso responsavel da internet - vídeo

terça-feira, 19 de outubro de 2010

POSSIBILIDADES DO USO DAS TECNOLOGIAS COMO MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA

As tecnologias de comunicação não mudam a relação pedagógica, mas pode intermediar o desenvolvimento de uma “inteligência coletiva”. Segundo Pierre Lévy “a inteligência coletiva é distribuída por toda a parte, incessantemente valorizada, coordenada e mobilizada em tempo real.(...) A inteligência coletiva só tem inicio com a Cultura e cresce com ela”. Essa é nova postura que a sociedade requer dos educadores. A inteligência coletiva é favorecida pela novas técnicas de comunicação, entretanto cabe aos grupos humanos fortalecer a sua utilização de forma positiva.
Utilizar as tecnologias como mediação pedagógica é totalmente diferente de transmitir informações, papel que os educadores estão habituados a exercerem em sua pratica pedagógica. A mediação pedagógica requer do educador ações reflexivas e investigativas sobre o seu papel, abrindo espaços favoreçam o processo de construção do conhecimento dos alunos.
O processo de evolução pedagógica nos mostra que em breve, “o ciberespaço, suas comunidades virtuais, suas reservas de imagens, suas simulações interativas, sua irreprimível profusão de textos e sinais serão o mediador essencial da inteligência coletiva da humanidade” (Levy 1998).
(Trecho retirado do TCC de elaboração da autora)

domingo, 15 de agosto de 2010

Raízes Concretas

Vídeo de um curta metragem produzido pelo professor Asclepíades e alunos
da escola Municipal Irma Arcãngela em Natal.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Internet é lugar de autoria ou de plágio?

Responder a esta questão é algo peculiar, e inquietante. Segundo o artigo de Pedro Demo a internet é lugar de autoria. Sua defesa está galgada na alegação que em nossa vida parte nos inventamos e em outra somos inventados. Onde a criação e baseada nas habilidades e competências que os jovens possuem visto que esta já faz parte da vida, uma vez que já dominam o contexto tecnológico. Neste texto o autor alega alguns horizontes a ser percorrido no seu primeiro fala da autoria como e que as potencialidades são desenvolvidas, mas que autorias são vista com pretensões excessivas por alguns. Destaca que na realidade existem mais apropriações indébitas do que criações reais.

O segundo horizonte destacado pelo autor é a autoria critica e a autocrítica que muitas vezes é banalizada pela necessidade da critica. Nela está a divulgação em blogs, onde o material publicado é de fácil acesso ao público e que pode interagir em idéias que muitas vezes esta acessível a sofre ataques e agressões.

O terceiro horizonte destacado pelo autor é a riqueza das redes. Nela ele cita a luta contra a propriedade privada das idéias pelo hackers e software livres. A Wikipédia, o blog, os jogos eletrônicos os softwares são destacados e na qual, pela visão do autor, seria possível o debate aberto sobre política pública.

O quarto ponto destacado é as parcerias, as atividades colaborativas. O produto coletivo e fruto de envolvimento de muitos, portanto apesar de não ser primoroso possuem qualidade comprovada, um exemplo citado é a Wikipédia. O transito de idéias facilita o acesso as informações.

O quinto horizonte destacado pelo autor é o ambiente da teoria critica, onde se aceita os desafios da mídia. Neste contexto encontramos a escola como reprodutivista das ideologias sociais. Nele deve-se privilegiar a autoridade do argumento.

Diante estes cinco horizontes o autor enfatiza que o professor é parte integrante no desenvolvimento de habilidades e competências no século XXI. A formação dos professores é papel primordial para uma educação de qualidade. Mas não pode estar pautada apenas na formação, mas na qualidade de vida e acesso as tecnologias. Partindo desta perspectiva o principal desafio é educar para pesquisar e elaborar produções, pois só desta forma o plagio poderá ser banido.

A meu ver a internet “deveria ser” um espaço para se editar produções autorais e legitimas, onde a criação é o ponto de referência na formação de competências e habilidades que resultariam na realização e difusão de produções, quer sejam, textos, imagem ou sons. Entretanto o que ocorre nas páginas da internet é que alunos, profissionais e jovens vêm se utilizando das ferramentas de interatividade para plagiarem publicações de textos produzidos por seus autores, sejam eles acadêmicos ou não. Para muitos, entender a complexidade dos direitos autorais na internet ainda é algo novo e totalmente desconhecido, visto que requer uma maior divulgação e fiscalização sobre o assunto.

Nas ferramentas de produção como blogs, myspacy, youtube, wiki, Orkut e outros se encontram citações, imagens e até mesmo textos que são plagiados constantemente. Por serem de acesso ao público as produções de seus autores ficam expostas. Para entendermos melhor o que é plagio na internet, podemos fazer uma comparação com a questão dos direitos autorais dos livros e artigos acadêmicos onde a transcrição de trechos sem a permissão do autor e indicação da fonte também é material passivo de plagio.

No Brasil o uso dos blogs, Orkut e fotoblogs são extremamente altos. Fazendo uma pesquisa nestas paginas verifiquei muitas transcrições idênticas sem a indicação da fonte. Na realidade com as inúmeras postagens fica até difícil descobrirmos que é o real autor da obra. O interessante foi encontrar inúmeros sites abordando a questão do plágio e fazendo ressalva aos direitos autorais que se encontra na lei nº 9.610, de 19.02.98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais, publicada no D.O.U. de 20.02.98, Seção I, pág. 3 por decreto do presidente FERNANDO HENRIQUE CARDOSO.
Atualmente o maior problema de plagio é detectado nos trabalhos escolares realizados pelos professores nas escolas. De alguns anos pra cá com o aumento da utilização da internet e o acesso mais facilitado através das salas de informática nas escolas ou pelos cybercafés existentes, os alunos em suas pesquisas na web acabam transcrevendo todo o material postado por seus autores. Na realidade a escola ainda não esta preparada para detectar e combater o plagio. Muitos alunos ainda não possuem a habilidade de produzirem seus textos e organizarem suas pesquisas sem plagiar os textos originais. Os jovens têm dificuldade em entender o que é plagio, tendo em vista que este assunto não é tema a ser discutido nos cabedais escolares.
O site http://www.universia.com.br/docente/materia.jsp?materia=6387 apresenta algumas dicas que o professor pode utilizar para detectar os plagiadores de atividades acadêmicas na internet.