Vídeo de um curta metragem produzido pelo professor Asclepíades e alunos
da escola Municipal Irma Arcãngela em Natal.
Este blog apresenta projetos, atividades e interações que favoreçam a melhoria do processo ensino aprendizagem nas escolas com a utilização das ferramentas tecnologias. Surgiu através do Curso de Especialização em Tecnologias da Ecudação realizado pela PUC do Rio.
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domingo, 15 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Internet é lugar de autoria ou de plágio?
Responder a esta questão é algo peculiar, e inquietante. Segundo o artigo de Pedro Demo a internet é lugar de autoria. Sua defesa está galgada na alegação que em nossa vida parte nos inventamos e em outra somos inventados. Onde a criação e baseada nas habilidades e competências que os jovens possuem visto que esta já faz parte da vida, uma vez que já dominam o contexto tecnológico. Neste texto o autor alega alguns horizontes a ser percorrido no seu primeiro fala da autoria como e que as potencialidades são desenvolvidas, mas que autorias são vista com pretensões excessivas por alguns. Destaca que na realidade existem mais apropriações indébitas do que criações reais.
O segundo horizonte destacado pelo autor é a autoria critica e a autocrítica que muitas vezes é banalizada pela necessidade da critica. Nela está a divulgação em blogs, onde o material publicado é de fácil acesso ao público e que pode interagir em idéias que muitas vezes esta acessível a sofre ataques e agressões.
O terceiro horizonte destacado pelo autor é a riqueza das redes. Nela ele cita a luta contra a propriedade privada das idéias pelo hackers e software livres. A Wikipédia, o blog, os jogos eletrônicos os softwares são destacados e na qual, pela visão do autor, seria possível o debate aberto sobre política pública.
O quarto ponto destacado é as parcerias, as atividades colaborativas. O produto coletivo e fruto de envolvimento de muitos, portanto apesar de não ser primoroso possuem qualidade comprovada, um exemplo citado é a Wikipédia. O transito de idéias facilita o acesso as informações.
O quinto horizonte destacado pelo autor é o ambiente da teoria critica, onde se aceita os desafios da mídia. Neste contexto encontramos a escola como reprodutivista das ideologias sociais. Nele deve-se privilegiar a autoridade do argumento.
Diante estes cinco horizontes o autor enfatiza que o professor é parte integrante no desenvolvimento de habilidades e competências no século XXI. A formação dos professores é papel primordial para uma educação de qualidade. Mas não pode estar pautada apenas na formação, mas na qualidade de vida e acesso as tecnologias. Partindo desta perspectiva o principal desafio é educar para pesquisar e elaborar produções, pois só desta forma o plagio poderá ser banido.
A meu ver a internet “deveria ser” um espaço para se editar produções autorais e legitimas, onde a criação é o ponto de referência na formação de competências e habilidades que resultariam na realização e difusão de produções, quer sejam, textos, imagem ou sons. Entretanto o que ocorre nas páginas da internet é que alunos, profissionais e jovens vêm se utilizando das ferramentas de interatividade para plagiarem publicações de textos produzidos por seus autores, sejam eles acadêmicos ou não. Para muitos, entender a complexidade dos direitos autorais na internet ainda é algo novo e totalmente desconhecido, visto que requer uma maior divulgação e fiscalização sobre o assunto.
Nas ferramentas de produção como blogs, myspacy, youtube, wiki, Orkut e outros se encontram citações, imagens e até mesmo textos que são plagiados constantemente. Por serem de acesso ao público as produções de seus autores ficam expostas. Para entendermos melhor o que é plagio na internet, podemos fazer uma comparação com a questão dos direitos autorais dos livros e artigos acadêmicos onde a transcrição de trechos sem a permissão do autor e indicação da fonte também é material passivo de plagio.
No Brasil o uso dos blogs, Orkut e fotoblogs são extremamente altos. Fazendo uma pesquisa nestas paginas verifiquei muitas transcrições idênticas sem a indicação da fonte. Na realidade com as inúmeras postagens fica até difícil descobrirmos que é o real autor da obra. O interessante foi encontrar inúmeros sites abordando a questão do plágio e fazendo ressalva aos direitos autorais que se encontra na lei nº 9.610, de 19.02.98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais, publicada no D.O.U. de 20.02.98, Seção I, pág. 3 por decreto do presidente FERNANDO HENRIQUE CARDOSO.
Atualmente o maior problema de plagio é detectado nos trabalhos escolares realizados pelos professores nas escolas. De alguns anos pra cá com o aumento da utilização da internet e o acesso mais facilitado através das salas de informática nas escolas ou pelos cybercafés existentes, os alunos em suas pesquisas na web acabam transcrevendo todo o material postado por seus autores. Na realidade a escola ainda não esta preparada para detectar e combater o plagio. Muitos alunos ainda não possuem a habilidade de produzirem seus textos e organizarem suas pesquisas sem plagiar os textos originais. Os jovens têm dificuldade em entender o que é plagio, tendo em vista que este assunto não é tema a ser discutido nos cabedais escolares.
O site http://www.universia.com.br/docente/materia.jsp?materia=6387 apresenta algumas dicas que o professor pode utilizar para detectar os plagiadores de atividades acadêmicas na internet.
O segundo horizonte destacado pelo autor é a autoria critica e a autocrítica que muitas vezes é banalizada pela necessidade da critica. Nela está a divulgação em blogs, onde o material publicado é de fácil acesso ao público e que pode interagir em idéias que muitas vezes esta acessível a sofre ataques e agressões.
O terceiro horizonte destacado pelo autor é a riqueza das redes. Nela ele cita a luta contra a propriedade privada das idéias pelo hackers e software livres. A Wikipédia, o blog, os jogos eletrônicos os softwares são destacados e na qual, pela visão do autor, seria possível o debate aberto sobre política pública.
O quarto ponto destacado é as parcerias, as atividades colaborativas. O produto coletivo e fruto de envolvimento de muitos, portanto apesar de não ser primoroso possuem qualidade comprovada, um exemplo citado é a Wikipédia. O transito de idéias facilita o acesso as informações.
O quinto horizonte destacado pelo autor é o ambiente da teoria critica, onde se aceita os desafios da mídia. Neste contexto encontramos a escola como reprodutivista das ideologias sociais. Nele deve-se privilegiar a autoridade do argumento.
Diante estes cinco horizontes o autor enfatiza que o professor é parte integrante no desenvolvimento de habilidades e competências no século XXI. A formação dos professores é papel primordial para uma educação de qualidade. Mas não pode estar pautada apenas na formação, mas na qualidade de vida e acesso as tecnologias. Partindo desta perspectiva o principal desafio é educar para pesquisar e elaborar produções, pois só desta forma o plagio poderá ser banido.
A meu ver a internet “deveria ser” um espaço para se editar produções autorais e legitimas, onde a criação é o ponto de referência na formação de competências e habilidades que resultariam na realização e difusão de produções, quer sejam, textos, imagem ou sons. Entretanto o que ocorre nas páginas da internet é que alunos, profissionais e jovens vêm se utilizando das ferramentas de interatividade para plagiarem publicações de textos produzidos por seus autores, sejam eles acadêmicos ou não. Para muitos, entender a complexidade dos direitos autorais na internet ainda é algo novo e totalmente desconhecido, visto que requer uma maior divulgação e fiscalização sobre o assunto.
Nas ferramentas de produção como blogs, myspacy, youtube, wiki, Orkut e outros se encontram citações, imagens e até mesmo textos que são plagiados constantemente. Por serem de acesso ao público as produções de seus autores ficam expostas. Para entendermos melhor o que é plagio na internet, podemos fazer uma comparação com a questão dos direitos autorais dos livros e artigos acadêmicos onde a transcrição de trechos sem a permissão do autor e indicação da fonte também é material passivo de plagio.
No Brasil o uso dos blogs, Orkut e fotoblogs são extremamente altos. Fazendo uma pesquisa nestas paginas verifiquei muitas transcrições idênticas sem a indicação da fonte. Na realidade com as inúmeras postagens fica até difícil descobrirmos que é o real autor da obra. O interessante foi encontrar inúmeros sites abordando a questão do plágio e fazendo ressalva aos direitos autorais que se encontra na lei nº 9.610, de 19.02.98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais, publicada no D.O.U. de 20.02.98, Seção I, pág. 3 por decreto do presidente FERNANDO HENRIQUE CARDOSO.
Atualmente o maior problema de plagio é detectado nos trabalhos escolares realizados pelos professores nas escolas. De alguns anos pra cá com o aumento da utilização da internet e o acesso mais facilitado através das salas de informática nas escolas ou pelos cybercafés existentes, os alunos em suas pesquisas na web acabam transcrevendo todo o material postado por seus autores. Na realidade a escola ainda não esta preparada para detectar e combater o plagio. Muitos alunos ainda não possuem a habilidade de produzirem seus textos e organizarem suas pesquisas sem plagiar os textos originais. Os jovens têm dificuldade em entender o que é plagio, tendo em vista que este assunto não é tema a ser discutido nos cabedais escolares.
O site http://www.universia.com.br/docente/materia.jsp?materia=6387 apresenta algumas dicas que o professor pode utilizar para detectar os plagiadores de atividades acadêmicas na internet.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
O blog: Um parceiro no cotidiano escolar?
Acredito que o Blog é uma excelente ferramenta de interação que pode ser utilizada por professores e alunos no processo de ensino e aprendizagem. Sua facilidade em construir e postar materiais, sejam textos ou vídeos, facilita a comunicação e insere tanto o aluno quanto o professor no mundo digital. Com a inserção das salas de informática nas escolas e acesso a cursos a distância fica comprovado que a cada dia necessitamos adequar as aulas a ciberespaços na promoção de competências e habilidades que a sociedade vem requisitando das escolas. Os usos e ajustes na utilização das ferramentas tecnologicas depende de como sera adequado e objetivado por cada educador no seu papel de mediador do conhecimento.
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